Os trabalhos inscritos serão analisados por uma banca de jurados, composta por cinco integrantes de expressão no meio artístico da dança.

A grande novidade é o encontro dos jurados com os representantes das escolas que se apresentam na Mostra Competitiva. Durante as tardes, os jurados irão se reunir com os participantes da noite anterior de competição para tirar dúvidas quanto às notas e apresentar comentários e sugestões de melhorias para os grupos.

 
 

Beatriz Consuelo - Natural de Porto Alegre, deixou a posição de primeira bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro para ingressar no corpo de baile da Companhia do Ballet Marquis de Cuevas. Trabalha com Bronislava Nivinska, John Taras e Edward Caton. Em 1955 foi solista e em 1958 foi contemplada com o grau mais alto “etoile” da mesma companhia. Diretora da escola de dança de Geneve, fundou o Ballet Junior, em 1980, formando 35 jovens profissionais. Em 2003, na cidade de Geneve, recebeu o Prix des Arts de la Ecene e este ano lança seu livro biográfico.
Bia Mattar - Formada pela Escola de Ballet Evelyn, em São Bernardo do Campo - São Paulo, freqüentou diversos cursos de aperfeiçoamento no Brasil e no exterior. Entre eles: clássico, jazz, moderno e sapateado. Como bailarina atuou profissionalmente em diversas montagens e produções paulistas e catarinenses. Como professora atua em escolas de dança, projetos sociais e institucionais de fomento à arte e a criação artística nos âmbitos públicos e privados da sociedade. Atualmente é diretora e coreógrafa do Grupo Perc Pé de Sapateado e do projeto Dança para Crianças em Florianópolis, onde desenvolve um processo pedagógico do ensino de danças e ritmos brasileiros acompanhado pelo ensino da percussão, definindo assim, a linguagem estética dos trabalhos coreográficos. É convidada com freqüência a participar de Festivais e Mostras de Dança Nacionais e Internacionais para ministrar cursos e atuar como conselheira e jurada.
Carlos Moraes - Iniciou os estudos de dança em 1957 no seu estado natal, Rio Grande do Sul. Foi bailarino, maitre de ballet e coreógrafo do corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou da criação do Ballet Teatro Castro Alves, na Bahia, onde recebeu do governo, em 1998, a “Medalha de Honra” pelos serviços prestados à dança naquele estado. Atualmente é coreógrafo da Orquestra Afro-Bahiana do Pelourinho e Maitre de Ballet do Teatro Castro Alves.
Cintia Chamecki - Radicada em Nova York desde 1997, se apresenta regulamente como solista nos Estados Unidos, Brasil, Japão e Portugal. Em Nova York, se apresentou no New York City Tap Festival (Duke Theatre), Lincoln Center Out-of-doors (Lincoln Center), The Elegance and The Comedy of Tap (Town Hall), apresentado por Bill Irwin, Vaudeville 2000 (La Mamma) e Tap Fusion (Context Studios). Além do trabalho como solista e coreógrafa, faz parte da Barbara Duffy Tap Company. Foi dançarina principal da Peggy Spina Tap Company e do Tap Collective. Dançou com a Orquestra Americana de Sapateado (direção de Brenda Buffalino) no Gertrudes’s Nose Tap Opera e Manhattan Tap (direção de Heather Cornell) no infantil "Magic Hat".
Edson Claro - Pós-doutorado em dança/espetáculo, em Lisboa / Portugal, doutorado em psicologia escolar pela IPUSP, graduado e mestrado em Educação Física pela USP e autor do livro Método Dança Educação Física. Também é professor, bailarino, diretor artístico e coreógrafo, além de trabalhar com professor adjunto do departamento de artes da UFRN.
Edson Guiu - Coreógrafo de Hip-Hop é diretor do Grupo Ritmos de Rua. Bailarino e coreógrafo profissional foi considerado pela crítica Revelação de 1997. É Campeão do Hip -Hop Festival de S.P, conquistou o 3º lugar no Campeonato Reebok, o 1º lugar no Campeonato Brasileiro Reebok Street Dance ENAF. Também é Campeão da Categoria Profissional "DUO" 1º Dança São Paulo Internacional. Representou o Brasil no Campeonato Hip-Hop School onde competiu em 1999, na cidade de Los Angeles. Também ministrou cursos de Hip-Hop School em Los Angeles, na Academia Madonna Crimes Teatro Cia e em mais outros 10 países da Europa, o que lhe rendeu o título Professor Revelação na Europa, em 2002.
Eduardo Bonnis - Formado pela Escola Municipal de Bailados de São Paulo, Royal Academy of Dance of London e Escuela Nacional de Ballet de La Republica de Cuba. Fez aperfeiçoamento técnico na Stanley Holden Dance Center, em Los Angeles, na David Haward Dance Center, na School of American Ballet e Finis Jhung Broadway Dance Center, em Nova York. Também é professor estagiário da Academia Conetmporânea de Dança, em Portugal e já foi premiado como melhor jurado, melhor coreógrafo, personalidade da dança e prêmio máximo no Festival de Grand Prix de Dança São Paulo. Durante 8 anos foi diretor artístico, maitre e coreógrafo da Cia Estável do Elenco Promodança de São Paulo.
Eliana Caminada - Formada pela Escola de Danças Maria Olenewa, passou em primeiro lugar no concurso para o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1963, onde atuou desde conjunto a papéis principais. Foi primeira-bailarina do Balé Guaíra e solista da Ópera Estatal de Munique. Dentre outras titulações e atividades ligadas à dança foi consultora “ad hoc” da Capes no âmbito do Programa Apartes. Responde pelas colunas de dança do jornal Dança, Arte e Ação e do Portal da Família. É autora do livro "História da Dança - Evolução Cultural”, referência nacional. Também escreveu para o projeto Memória dos Artistas do Theatro Municipal. Atualmente responde pela disciplina História da Dança da licenciatura em dança do Centro Universitário da Cidade e leciona técnica de ballet clássico no projeto social do Centro de Artes Calouste Gulbenkian “Sons dançados do Brasil”.
Emilio Martins - Gaúcho de São Jerônimo, começou seus estudos de dança com Lya Bastian Meyer em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Diplomado pela Escola de Danças Clássicas do Teatro São Pedro, transferiu-se em 1955 para o Rio de Janeiro e ingressou na Escola Oficial de Dança Clássica do Theatro Municipal. Depois de dois meses foi contratado para o Corpo de Baile do Theatro Municipal, dirigido por Tatiana Leskova, onde trabalhou com mestres como, Maryla Gremo, Vaslav Veltchek, Consuelo Rios, Eugenia Feodorova, Yurek Shabelevsky, Leonide Massine, Harald Lander, William Dollar, entre outros.
Frank Ejara - Diretor, dançarino e coreógrafo da Cia Discípulos do Ritmo. Especialista dos estilos Locking, Popping e Boogalooing, já viajou pela Bélgica e França fazendo shows onde participou de vários festivais como o de La Villete, em Paris. Ministrou cursos no Festival de Dança de Joinville em 2000, Passo de Arte, em Santos e no II Festival Internacional de Hip Hop, de Curitiba além de workshops realizados na França, no Villes Des Musiques Du Mondes, em Aubervilliers, Mains D’oeuvres, em Saint Ouen e no Festival Irtess, em Dijon. Foi o primeiro colocado no Campeonato "Le Battle / Spirit du Circle" realizado em Paris/França na categoria de dança Locking.
Gustavo Cortes - Bailarino profissional desde 1986, integrante do Grupo Aruanda onde foi assistente de ensaios, tendo participado de vários festivais internacionais e nacionais de folclore, entre os quais se destacam o Festival Mundial de Folclore no Canadá, em 1987, e o Eurofolk, Festival Europeu de Danças Folclóricas na Holanda, em 1989. Em 1990 criou o Grupo Kuarup no estado do Pará. Participou de diversos festivais de folclore no Brasil onde se destacam o 1º e o 2° Festival internacional de Folclore de Passo Fundo. No ano de 1994, representou o Brasil em 4 festivais internacionais de folclore na Europa, tendo sido classificado em 4º lugar do mundo, no Festival Internacional de Dijon na França. Atualmente, é o coreógrafo e o diretor do Grupo Sarandeiros, além de ser o professor efetivo da cadeira de folclore da Escola de Educação Física da UFMG e mestrando da Faculdade de Educação da UFMG. Em outubro de 2000 lançou o livro "Dança, Brasil! Festas e Danças Populares" pela Editora Leitura de Belo Horizonte.
João Wlamir - Solista do Ballet do Teatro Municipal do Rio de Janeiro desde 1981, participou de importantes ballets como Coppélia (Henrique Martinez); Romeu e Julieta (John Cranko); Sagração da Primavera (versão original de Nijinsky); Sagração da Primavera (N. Vesak); Giselle (Peter Wright); Lago dos Cisnes (Eugenia Feodorova); Don Quixote (Dalal Achcar); O Quebra Nozes (Dalal Achcar) e Rhytmetron (Arthur Mitchell). Como bailarino trabalhou ao lado de Márcia Haydee, Ana Botafogo, Fernado Bujones, Natalia Makarova, Desmond Kelly, Paulo Rodrigues, Nora Esteves, Cecília Kerche, Áurea Hammerli, Lázaro Carreño, Julio Bocca, Jean-Yves Lormeau, Elisabeth Platel, entre outros.
Kika Sampaio - 22 anos de carreira profissional, desenvolvida na área de sapateado americano. Única representante oficial, no Brasil, do método de ensino de sapateado "kahnnotation". Proprietária da escola de sapateado Kika Tap Center. Formação clássica, moderna, flamenco e sapateado. Também participou de diversos cursos no exterior, com professores renomados, como Stanley Kahn, Steve Zee e Dany Daniels.
Marc de Graef - Professor e coreógrafo português é professor de balé clássico da Upper School of Dance, da Companhia Contemporânea Portuguesa, da School of National Baller, de Portugal, da Dancers Perfections Course, da Itália, entre outras companhias. Também já atuou como bailarino do Ballet Rambert, da Inglaterra, do Ballet Gulbenkian, de Portugal, do Ballet Theatre L´Ensemble, da Itália.
Paulo Azevedo - Mestrando em Políticas Sociais pela UENF e graduado em Educação Física pela UERJ, é diretor da Membros Cia de Dança, coordenador do Dança Inclusiva, do GREM e do Projeto Hip Hop - formando jovens conscientes. Autor dos livros “Dança de Rua, A Descoberta de Talentos nas Escolas Municipais de Macaé” e “Dança de Rua: uma perspectiva de socialização para menores institucionalizados”.
Paulo Caldas - Formado no curso de Dança Contemporânea na Escola Angel Vianna, é bailarino e coreógrafo da Staccato Dança Contemporânea, que vem integrando, desde 1998, o programa de subvenção da Secretaria Municipal das Culturas do Rio de Janeiro. Através de espetáculos como “Falso Movimento”, “LightMotiv” e “Quase Cinema”, desenvolve uma pesquisa sobre a linguagem cinematográfica em cena que mereceu o Prêmio Rio Dança (1998) e duas indicações para o Prêmio Mambembe (1995/1997). Em 2001 foi apontado como “notável jovem coreógrafo” na “Critics Survey” da revista alemã Ballet International Tanz Aktuell. Seu último espetáculo “PalimsestoS” (2002) – que reuniu duos do repertório de 10 anos de parceria com a bailarina Maria Alice Poppe – foi apresentado na Itália, nos Estados Unidos e na última Bienalle de la Danse de Lyon, França.
Rodrigo Bernardi - Bailarino, coreógrafo e pesquisador desde 1993, iniciou seus estudos com o professor israelense Yoram Szabo, em Niterói, no Rio de Janeiro. Em 1996, com Bruno Beltrão, fundou o Grupo de Rua de Niterói, tendo se apresentado em diversos festivais nacionais e internacionais, como Festival Internationale di Funk Endas, em Nápoles, o Reencontres Choreographiques de Seine-Saint-Denis, em Paris, o Festival Danças na Cidade, em Lisboa, entre outras cidades no sul da França. Responsável pela preparação corporal da atriz Debora Fallabela no filme “Dois perdidos numa noite Suja” e também da coreografia do último show da apresentadora Angélica. Atualmente ministra cursos e palestras por todo país e vem desenvolvendo o seu primeiro ensaio teórico: “Castelo de Areia, um panorama estético sobre a dança de rua.”
Sigrid Nora - Graduada e licenciada pela Universidade de Caxias do Sul, em estudos sociais, enfermagem e obstetrícia. Na área artística é coreógrafa e bailarina, com formação básica clássica, pelo método Royal Academy of Dancing. Foi professora de dança da Escola Fundamental de Educação Artística da Universidade de Caxias do Sul. Fundou e dirigiu o Grupo Raízes e o Dança Centro de Estudos. É diretora da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul e da Escola Preparatória desde 1998. Em 2001 assumiu a direção do Teatro Municipal e Galeria Municipal de Arte de Caxias do Sul. É mestra em Comunicação e Semiótica e doutoranda na mesma área pela PUC-SP.
  Silvia Soter - Bailarina e crítica de dança do jornal O Globo, é formada em dança pela Universidade de Paris 8 (França- 1996), em Artes pela PUC-RJ (1988), professora de Ginástica Holística – Método da Dr. Ehrenfriedâ (França), membro do Grupo de Estudos em Dança do Rio de Janeiro e organizadora, junto com Roberto Pereira, da publicação “Lições de Dança”. É mestranda em Teatro na UNIRIO. Atualmente é responsável pelas disciplinas de consciência corporal, cinesiologia e prática supervisionada I na Faculdade de Dança da UniverCidade (Rio de Janeiro). Entre agosto de 2001 e agosto de 2002, desenvolveu a pesquisa “A Dança no Rio de Janeiro : uma alternativa contra a exclusão”, como bolsista do Instituto RioArte – Secretaria Municipal de Cultura. Trabalhou como dramaturga para o espetáculo “Formas Breves” da Cia de Danças Lia Rodrigues. Desde 2002 é curadora do Dança Brasil, junto com Leonel Brum. Com Roberto Pereira, idealizou e foi curadora das exposições “Movimentos em Solo: a dança de Isadora Duncan” e “Pistas de Dança - um diagrama possível da dança carioca”, realizadas no Espaço SESC em 2003 e em 2004, respectivamente. Desde de fevereiro de 2004, coordena a Escola de Dança da Maré.
Steven Harper - De nacionalidade norte-americana, estudou dança em Nova York e mora no Rio de Janeiro desde 1991. Teve um papel importante no desenvolvimento do sapateado no Brasil. Representante da International Tap Association, já é conhecido pelo seu trabalho em parceria com o contrabaixista Bruce Henry no espetáculo Jungle Tap!, que desde 1996 vem sendo apresentado em teatros brasileiros, assim como na Argentina, França, Holanda, Alemanha e Suíça. Em 2000, foi o primeiro sapateador a se apresentar no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, e em julho de 2002, dançou com os mais renomados sapateadores da atualidade na noite All Stars do New York City Tap Festival, em Nova York. Organiza anualmente o festival “Tap in Rio” e escreve sobre sapateado em revistas e jornais especializados. Sua companhia de dança integra o Programa de Subvenção a Dança Carioca da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Umberto Silva - Umberto da Silva, 1951, nascido no Rio de Janeiro, bailarino, coreógrafo, artista plástico e professor de técnica de dança clássica e improvisação. Estudou na escola de bailados do Rio de Janeiro e se formou na Escola de Dança do Teatro Guaira Curitiba-Paraná, em 1970. Trabalhou como bailarino-solista no Bale Teatro Guaira, no Bale do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Bale Stagium, Bale da Cidade de São Paulo. Foi professor-maitre do Bale Teatro Castro Alves e Bale da Cidade de São Paulo. Foi professor concursado da ECA-EAD-USP e assistente de direção da escola municipal de bailados de São Paulo. Fundador da cooperativa de dança de São Paulo. Artista independente da cena paulista ganhador de diversos prêmios - apcas e aptesps - por suas atuações. Nos últimos 10 anos viveu na europa onde trabalhou como assistente e professor da Fundação Gulbenkian-Lisboa-Portugal e como artista convidado na Cia do Coreógrafo Ismael Ivo em Weimar-Alemanha até o ano 2000. Atualmente vem dirigindo seus estudos para as técnicas de reestruturação corporal Alexander e Rolfing.

 

 
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