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24/07/2003
Sexta é dia de Ballet Clássico de Repertório e Danças Populares no Festival de Dança de Joinville 2003

A penúltima noite competitiva do 21O Festival de Dança de Joinville, que acontece nesta sexta-feira (25), traz ao palco do Centreventos as modalidades Ballet Clássico de Repertório e Danças Populares. A noite começa com as apresentações de pas de deux júnior, com os grupos Escola de Dança Teatro Guairá, de Curitiba (PR), Escola de Ballet Inês Amaral, de São Bernardo do Campo (SP), Grupo Juvenil do Ballet Quartier Latin, de Santo André (SP), Studio Dança Viwa Ballet, de São Paulo (SP), Ludmila Machado Ballet e Cia., de Vila Velha (ES) e Juvenil do Pavilhão D, de São Paulo (SP).

Na modalidade variação feminina sênior, é a vez da Vórtice Escola de Dança, de Uberlândia (MG), do Balé Juvenil do Centro Cultural Gustav Ritter, de Goiânia (GO), do Ballet Ludimila Polonskaya, do Rio de Janeiro (RJ), do Stúdio de Dança Helga Urel, de Presidente Prudente (SP), da Escola de Ballet Márcia Bueno, de São Bernardo do Campo (SP), da Lyceu Escola de Dança, do Rio de Janeiro (RJ), do Ballet Quartier Latin, de Santo André (SP), de Kleine Szene Studio de Dança, de Santo André (SP), e do grupo Camilla Ballet, de São Paulo (SP), apresentarem suas coreografias.

A noite segue com o grupos Marcela Campos, de São Paulo (SP) e Ballet Quartier Latin, de Santo André (SP), na modalidade variação masculina sênior. Logo após, entram no palco os grupos Ballet Experimental da Escola Municipal de Ballet, de Joinville (SC), Ballet Magaly, de São Paulo (SP), Ballet Paula Gasparini, de São Paulo (SP), Grupo de Dança Passo a Passo, de São Paulo (SP), Grupo de Dança Stúdio D1, de Curitiba (PR), Escola de Dança Monica Tenore, de Vitória (ES), Ilusão e Vida, de São Paulo (SP), Especial Academia de Ballet, de São Paulo (SP) e Cia Brasileira de Ballet, do Rio de Janeiro (RJ), na variação feminina avançada. A última modalidade de ballet da noite - variação masculina avançada -, apresenta o Grupo de Dança Passo a Passo, de São Paulo (SP), o Grupo Renata Pacheco, de Vitória (ES) e o Corpo de Baile Municipal de Nova Lima, de Nova Lima (MG).

A modalidade danças populares avançada fecha a noite com as apresentações dos grupos Associação Folclórica Angelina Blahobrazoff, de Piçarras (SC), Banana Broadway Sapateado, de Campinas (SP), Cia de Dança Edson Nunes, de Florianópolis (SC), Folclore Ucraniano Barvinok, de Curitiba (PR), G.F.D.Alemãs da Univ. Reg. de Blumenau, de Blumenau (SC), Ballet Folclórico Juvenil Elizabeth Vinader, de Fundo de Lamora (Paraguai), Grupo Folclórico Ucraniano Poltava, de Curitiba (PR), G.Folclórico Ítalo-Brasileiro Santa Felicidade, de Curitiba (PR), Grupo Dunántúl, de Jaraguá do Sul (SC), Grupo de Danças Folclóricas Alemãs de Luzerna, de Luzerna (SC), Cia Artemanha, do Rio de Janeiro (RJ), Puro Flamenco, de Assunción (Paraguai) e Estúdio de Arte Mercedes Lezcano, de Cidad del Este (Paraguai).

Terceiro e último dia da Mostra de Dança Contemporânea

No último dia de apresentações, a 3ª Mostra de Dança Contemporânea traz ao palco do Teatro Juarez Machado o Grupo de Rua de Niterói (RJ) e Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul (RS).

Dentre os vários estilos reunidos na Dança de Rua, o break dancing foi escolhido pelo coreógrafo Bruno Beltrão, do Grupo de Rua de Niterói (GRN), para elaborar a coreografia "Eu e Meu Coreógrafo no 63". A partir de uma conversa de fim de noite num hotel, Bruno propôs ao bailarino Eduardo Hermanson uma experiência que pudesse traduzir o confronto entre o corpo e a mente.

Fones de ouvido ligam os espectadores à mente do bailarino, com suas experiências que vão da comédia à angústia, extraídas da conversa no hotel. As reflexões do jovem ganham equivalência na sua linguagem da dança de rua. O que se ouve e o que se vê são pensamentos e movimentos partidos, equivalentes e conflitantes. "Isso possibilita o confronto entre o pensamento do bailarino com sua linguagem corporal. É a confusão mental do bailarino traduzido na dança", avalia o coreógrafo.

A coreografia "Eu e Meu Coreógrafo no 63", cria para o espectador uma experiência quase telepática de comunicação entre as construções mentais de um jovem e a movimentação do intérprete, em simultaneidade. A peça foi citada por diversos críticos como uma lufada de ar fresco nas hibridações do break com o contemporâneo que nasce de uma idéia simples e se realiza na execução primorosa de Eduardo Hermanson. De maneira geral, o trabalho que será apresentado na Mostra de Dança Contemporânea aponta as ricas possibilidades de como diferentes linguagens podem ser incorporadas ao vasto vocabulário contemporâneo, criando assim novos contornos para os corpos em movimento.

A Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul é a última companhia a se apresentar na Mostra de Dança Contemporânea, dia 25 de julho (sexta-feira). Com o espetáculo Antologia, coreografado por Ney Moraes, o grupo pretende encerrar o evento com chave de ouro. O espetáculo "Antologia" busca o entendimento da idéia de percurso, onde passado, presente e futuro integram um mesmo fluxo. As três instâncias estão profundamente ligadas e os lugares por elas ocupados nessa cadeia temporal devem ser compreendidos como móveis e flutuantes. Nessa perspectiva, "Antologia" propõe expor igualmente o significado de todo e de vazio.

A composição da trilha sonora, elaborada através do entrelaçamento de trechos musicados e espaços de silêncio, busca acentuar a significação. Propondo o desenvolvimento de uma linguagem contemporânea, o coreógrafo procura encontrar a movimentação desejada para sua obra através de um diálogo com seu próprio corpo, deixando fluir caminhos que apontem para a naturalidade.

A Cia. Municipal de Dança e Caxias do Sul foi fundada em 1998, sendo a única companhia oficial do Rio Grande do Sul. Sem um coreógrafo residente o grupo vem experimentando linguagens diversas por meio de trabalho com coreografias nacionais e internacionais com o objetivo de alargar o vocabulário da dança contemporânea. Com isso, o elenco da companhia vem produzindo um repertório diverso e aberto para novas propostas.

Estúdio 21 continua com extensa programação nesta sexta-feira

A programação do Estúdio 21, espaço reservado para os talentos joinvilenses na Feira da Sapatilha, no Expocentro Edmundo Dobrawa, traz nessa sexta-feira a artista Ilca Behnke num workshop de pintura - óleo sobre tela, às 10 horas. Em seguida se apresenta a Escola de Música Sonorus. Ao meio-dia é a vez de Ilca Soares se apresentar no palco com a participação especial do violinista Gustavo Meneghim. No início da tarde o Coral Feliz, com a regência de Martinho Klemann, anima os visitantes da Feira, que poderão conferir ainda a peça "Salvem o Ribeirão", do grupo Bando Neon Experiência Cênica. A programação do dia segue com as apresentações da banda Ympulso e de Dentinho e Formiga.


Tem Palco Alternativo no Jardim Paraíso nesta sexta-feira

Além de apresentações nos shoppings Mueller, Cidade das Flores e Americanas e na Praça Nereu Ramos, a programação dos Palcos Alternativos nesta sexta-feira inclui apresentações na Escola Municipal Dr. Hans Dieter Schmidt, no Jardim Paraíso/Cubatão, das 17 às 18 horas, e na empresa Ciser, das 11h às 11h30, das 12h30 às 13h30, e das 13h45 às 14h15.




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