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RESUMO
do 20º Festival de Dança de Joinville
- Local - Centreventos Cau Hansen e Teatro Juarez Machado
(avenida José Vieira, 315 - Centro - Joinville (SC).
- Eventos, Horários e Local
Noites especiais - Dias 17 (abertura), 22 (Noite de
Gala) e 27 (Noite dos Campeões): Horário: 20
horas. Centreventos Cau Hansen.
Noites competitivas - Dias 18, 19, 20, 21, 23, 24,
25 e 26.
Modalidades: Ballet Clássico, Ballet Clássico
de Repertório,
Jazz, Dança Contemporânea, Dança de Rua,
Danças
Populares e Sapateado. Horário: 19 horas.
Centreventos Cau Hansen.
Mostra de Dança Contemporânea - Dias 23, 24,
25 e 26. Horário: 22 horas.
Teatro Juarez Machado.
Festival Meia Ponta - Dias 19, 20 e 21. Horário:
15 horas.
Teatro Juarez Machado.
- Curso de Dança - de 19 a 26 de julho. 37 módulos,
53 turmas, 27 professores. Horários: 8h30, 10h30, 14h
e 16h. Universidade da Região de Joinville (Univille).
- Ensaios extras dos grupos: Cidadela Cultural Antárctica
e Casa da Cultura.
- Telefone p/ informações - (47) 423-1010
- Site - www.festivaldedanca.com.br
- E-mail - festivaldedanca@festivaldedanca.com.br
- Ingressos: Centreventos Cau Hansen, das 9h às
22h, Shopping Mueller Joinville, 2º piso, das 10h às
22h e - - -Televendas - (47) 423-1838
- Grupos concorrentes - 159
- Grupos convidados para a Mostra Contemporânea:
6
- Atrações especiais - 8
- Origem dos grupos - 13 estados brasileiros e Paraguai;
- Número de participantes - cerca de 4 mil,
entre estudantes e profissionais da dança;
- Pessoas envolvidas na organização -
150 empregos diretos e cerca de 230 indiretos, totalizando
380 pessoas.
- Público estimado - 50 mil pessoas (Centreventos
e Teatro Juarez Machado)
- Orçamento - de R$ 1,7 milhão;
- Patrocinadores:
Cota Apresenta: Petrobras
Cota Patrocínio: Tim Telesc Celular, Athletic
Way e Salfer
Cota Apoio: Bradesco Seguros, Banco Safra e Döhler.
Apoio Cultural: Ministério da Cultura e Governo
do Estado
Apoio na realização dos cursos: Univille (Universidade
da Região de Joinville)
Transportadora oficial: TAM
Promoção: Prefeitura Municipal de Joinville
e Fundação Cultural.
Realização: Instituto Festival de Dança.
Secretaria
começa a funcionar na quarta-feira
A
secretaria do 20º Festival de Dança de Joinville
começa a funcionar a partir do dia 17 de julho, no
térreo do Centreventos Cau Hansen, junto à Feira
da Sapatilha. O atendimento será feito das 8 às
20 horas. Exclusivamente para os participantes do Festival
(cursistas e integrantes de grupos e companhias) o atendimento
será individualizado, fornecendo-se informações
sobre palcos alternativos e ensaios extras, inscrições
de cursos, alojamentos etc. Este ano, eles poderão
avaliar o Festival de Dança por meio de sugestões
e/ou críticas através de um questionário/pesquisa
que será distribuído juntamente com o Guia do
20o Festival de Dança de Joinville, publicado pela
Folha de São Paulo. Para o atendimento ao público
em geral, ao lado da secretaria funcionará um balcão
de informações. Também haverá
um quiosque na Feira da Sapatilha, no piso térreo do
Centreventos, em que será comercializada a venda de
passes de ônibus em bilhetes magnéticos do Sistema
de Transporte Coletivo de Joinville.
Transporte
gratuito para participantes
Os participantes terão acesso a transporte gratuito
desde a chegada a Joinville. Os ônibus da Bogotur vão
fazer o transporte da rodoviária até o Centreventos
Cau Hansen e depois até os alojamentos, exclusivamente
na dia da chegada à cidade. No dia-a-dia do Festival,
eles poderão transportar-se gratuitamente dos alojamentos
até o Centreventos e do Centreventos ate a Univille
(local dos cursos), aos locais de Palcos Alternativos e até
a Cidadela Cultural Antárctica, local onde estarão
sendo concentrados os ensaios extras dos grupos.
Novidades
da Feira da Sapatilha
A
Feira da Sapatilha é um evento que possibilita o acesso
à produtos de interesse dos bailarinos e freqüentadores
do Festival de Dança de Joinville. Com um novo layout,
a feira este ano vai estar instalada no Centro de Convenções
no piso térreo do Centreventos Cau Hansen durante a
realização do 20º Festival de Dança
de Joinville. A Feira da Sapatilha vai funcionar diariamente
das 9 horas até o término dos espetáculos,
num ambiente totalmente climatizado, trazendo um maior conforto
aos expositores. A Feira terá 45 expositores que estarão
comercializando artigos para dança e ginástica,
malhas, chocolates caseiros etc. Entre os expositores haverá
estandes institucionais dos patrocinadores e apoiadores do
Festival.
Ingressos
com desconto
·
Todas as noites, concorrentes e cursistas pagam R$ 2,00 (arquibancada)
· Terão acesso ao desconto de 50% nos ingressos:
estudantes universitários com carteira da UNE e secundaristas
com carteira da UBESC.
Atrações
do 20º Festival de Dança de Joinville
Grupos são homenageados nesta edição
Noite de Abertura - 17 de julho
No
dia 17 de julho, o palco do Centreventos Cau Hansen recebe
a Cia. de Dança Deborah Colker, com o novo espetáculo
"4x4". Sempre disposta a experimentar novos conceitos,
cenários e sensações, Deborah Colker
surpreende mais uma vez. Depois de colocar em evidência
os planos aéreos, através de uma parede de alpinismo
("Velox"), uma roda-gigante ("Rota") e
um andaime transfigurado em pavimentos ("Casa"),
a coreógrafa puxa seu trabalho para o chão.
Em "4x4", o palco recebe as obras de quatro artistas
plásticos, distribuídos em ambientes distintos,
sobre ou ao redor dos quais os bailarinos da companhia realizam
seus movimentos. Segundo a própria Deborah, o espetáculo
introduz uma compreensão diferente do espaço.
Todas as obras foram concebidas especialmente para o espetáculo,
com exceção de "Cantos", de Cildo
Meireles, que abre a apresentação. Criada no
final da década de 60, e intocada desde então,
ela é uma estrutura em madeira e sugere uma articulação
de paredes, em cujos ângulos os dançarinos se
concentram. Já "Mesa" é marcada pelo
objeto lúdico, dotado de rodinhas, criado por Chelpa
Ferro. Em cima dela é colocada uma esteira, sobre a
qual dançam Deborah e os demais bailarinos da companhia.
Dessa mesa provém a música, composta pelo grupo
multimídia e que combina barulhos metálicos
com sons da natureza.
"Polvinho" - que traz na trilha sonora a música-tema
de Branca de Neve, "Someday My Price Will Come"
- vem em seguida. Dançada sobre a pintura gigante que
Victor Arruda realizou no linóleo que recobre o palco,
emula o gestual cotidiano sempre presente nos espetáculos
de Deborah. O encerramento acontece entre os 90 vasos de resina
- que lembram peças de porcelana chinesa - que formam
a instalação projetada pelo designer Gringo
Cardia.
Noite
de Gala - 22 de julho
Nesta
noite o Festival de Dança de Joinville prestigia alguns
dos grupos que se destacaram ao longo destes 20 anos do evento.
As atrações são: Raça Cia. de
Dança de São Paulo (São Paulo/SP), Dança
de Rua do Brasil (Santos/SP), Ginga Cia. de Dança (Campo
Grande/MS), Ballet Sesiminas - Cristina Helena (Belo Horizonte/MG)
e um Grand Pas de Deux com os bailarinos Thiago Soares e Roberta
Marquez. Para fazer um contraponto entre o passado e o futuro,
a Noite de Gala abrirá com uma apresentação
da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil (Joinville/SC), elo
da nova geração da dança em Joinville.
Ainda durante a programação desta noite serão
homenageadas cinco personalidades que contribuíram
para a trajetória de sucesso do Festival e para o incentivo
à dança no país. Os homenageados são:
Carlos Tafour, professor de dança da Escola Municipal
de Ballet em 1983 e idealizador do Festival de Dança
de Joinville; Albertina Ferraz Tuma, diretora da Casa da Cultura
na época de criação do evento e realizadora
do Festival de Dança de Joinville por 12 anos consecutivos;
Professor Miraci Deretti, presidente da Fundação
Cultural de Joinville em 1983, ano de criação
do evento; Dalal Achcar, fundadora da Associação
de Ballet do Rio de Janeiro e principal responsável
pelo precioso movimento de popularização do
balé no país; Luiz Henrique da Silveira, ex-prefeito
de Joinville, responsável pela construção
do Centreventos,
que permitiu o crescimento do Festival de Dança, e
pela instalação da Escola do Teatro Bolshoi
em Joinville, única filial fora da Rússia.
Saiba mais sobre os grupos que se apresentam nesta Noite de
Gala:
Escola
do Teatro Bolshoi no Brasil
Abrindo a noite, cerca de 40 alunos-bailarinos da Escola do
Teatro Bolshoi no Brasil apresentarão a "Mostra-Fragmentos
de Dança". Em seu segundo ano de funcionamento,
a Escola promove sua primeira Mostra Didática de Dança,
que apresenta preceitos básicos do balé, com
a colaboração de atores, que funcionam como
mestres de cerimônia. De forma lúdica, o texto
da encenação, assinado pela atriz, diretora
e dramaturga Fátima Ortiz, contextualiza aspectos como
espaço cênico, platéia, iluminação
e música.
Instalada no Centreventos Cau Hansen, a Escola do Teatro Bolshoi
no Brasil funciona desde março de 2000. É a
primeira filial da famosa escola de Moscou, atuando fora da
Rússia. Um dos fatores que determinaram a instalação
da sede da Escola em Joinville foi o desenvolvimento da dança
proporcionado por diversos anos de realização
do Festival de Dança de Joinville. A escola propicia
a formação de artistas da dança, ensinando
a técnica de ballet e disciplinas complementares como
dramaturgia e formação musical.
Thiago
Soares e Roberta Marquez
A segunda atração da Noite de Gala, que pretende
homenagear grupos e bailarinos que fizeram parte da história
do Festival, será a apresentação de Thiago
Soares e Roberta Marquez, com o Grand Pas de Deux "Diana
e Acteon". De três anos para cá, os bailarinos
Thiago Soares e Roberta Marquez, que atualmente se apresentam
como solistas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e também
já receberam premiações no Festival de
Dança de Joinville, se tornaram o que se pode chamar
de dupla perfeita. A parceria lhes rendeu destaque nacional
e internacional, alcançando feitos inéditos
no cenário brasileiro da dança.
Ballet
Sesiminas - Cristina Helena
A outra atração da noite, o Ballet Sesiminas
- Cristina Helena, de Belo Horizonte/MG, vai antecipar o clima
e a magia do Natal no palco do Festival de Dança de
Joinville, com a apresentação da suíte
do balé "O Quebra Nozes". Assinada pela maitre
e coreógrafa Cristina Helena, o espetáculo abre
com um pas de deux que narra a passagem pelo País das
Neves, segue com o conjunto "A Valsa das Flores"
e encerra com a Coda. Serão 34 bailarinos em cena,
reunidos para esta remontagem com toques característicos,
especialmente na seqüência dos flocos de neve.
Fundada em 1990, a Sesiminas Cia. de Dança começou
como um grupo de jovens bailarinos de formação
clássica sob a direção de Cristina Helena.
Com base num trabalho de pesquisa, resgatou o que há
de mais precioso no repertório clássico acadêmico,
que, aliado a seu alto nível artístico e técnico,
ajudou a incorporar o compromisso de educar o público
e formar novos profissionais. A Companhia teve freqüente
participação em diversas edições
do Festival de Dança de Joinville, tornando-se uma
colecionadora de prêmios.
Raça Cia. de Dança
O "Caminho da Seda", a ponte que une o Oriente ao
Ocidente e que também serve de rota comercial de tecidos,
sementes e materiais preciosos, serve de inspiração
para o espetáculo homônimo que o Raça
Cia. de Dança apresenta também na Noite de Gala
do Festival. De um trabalho iniciado no jazz, o Raça
cresceu e passou a desenvolver suas performances voltadas
para a dança contemporânea. Investindo em parcerias
com importantes coreógrafos, a companhia paulista viaja
o Brasil colecionando aplausos e elogios de público
e crítica. Anualmente, uma de suas paradas obrigatórias
é o Festival de Dança de Joinville, onde se
apresenta desde sua terceira edição, em 1985.
Começou concorrendo como grupo amador e, em 1997, debutou
como grupo profissional convidado, vindo também nesta
condição em 1999.
Ginga
Cia. de Dança
A quinta atração da Noite de Gala desta edição
do Festival de Dança é o Ginga Cia. de Dança,
de Campo Grande/MS. O grupo vai apresentar a coreografia "100
Por Centro", uma homenagem às suas raízes
culturais que mescla tradição e contemporaneidade.
Assinada por Chico Neller, também diretor artístico
do Ginga, a coreografia traz para o palco a cultura do Mato
Grosso do Sul, num resgate às tradições.
A luta para divulgar a arte e a cultura de seu Estado já
acompanha o Ginga Cia. de Dança desde os anos 80, quando
o grupo despontou no cenário nacional. Surgido como
um grupo amador independente, influenciado pelo jazz, com
o passar dos anos foi transformando sua linguagem coreográfica,
passando a desenvolver a dança moderna e contemporânea
em seu repertório. Foi premiado em festivais importantes
em todo o território brasileiro. No 15o Festival de
Dança de Joinville, em 1997, o Ginga recebeu o troféu
de Melhor Coreografia.
Dança
de Rua do Brasil
Fechando a Noite de Gala do dia 22, o Dança de Rua
do Brasil, de Santos/SP, promete novidades com a apresentação
do espetáculo "Nossa Cara". O grupo começou
competindo na modalidade jazz e conquistou várias vezes
o primeiro lugar no Festival de Dança de Joinville,
na modalidade dança de rua, apresentando-se como convidado
em 1999. A dança de rua, que consagrou a companhia,
continua a nortear o trabalho, mas dessa vez utilizando uma
tendência pouca usada, com movimentações
incomuns. A coreografia mostrará uma ligação
com as raízes do street dance. Considerado o melhor
grupo do gênero da América Latina, o Dança
de Rua do Brasil foi um dos principais responsáveis
pela popularização da cultura hip-hop no país,
conquistando espaços generosos na mídia eletrônica,
com aparições nos programas de Fausto Silva,
Hebe Camargo e Xuxa.
Noite
dos Campeões - 27 de julho
Para
coroar a última noite do Festival e abrir caminho para
as apresentações dos primeiros lugares, Luciana
Paludo, Medalha de Ouro em 2001 como melhor bailarina, apresentará
a coreografia "Divina Eva", de Andréia Pivatto,
também Medalha de Ouro em 2001 como revelação
do Festival. Baseada na "Divina Comédia",
de Dante Alighieri, este solo contemporâneo une filosofia
e religião para narrar a trajetória de Eva pelo
paraíso, inferno e purgatório. Para compor o
cenário formado por grandes painéis inspirados
no livro de Dante, mas com um toque atual, Andréia
convidou o artista plástico paulista Cristiano Araújo.
Formada no Curso de Danças Clássicas, onde participou
do projeto pré-profissional, de 1987 a 1991, Luciana
Paludo é bacharel e licenciada em Dança pela
PUC/PR e Fundação Teatro Guaíra de Curitiba.
Em Joinville já participou dos festivais de 1998 a
2001. Em 2000 alcançou o primeiro lugar no solo Contemporâneo
Avançado, pelo Balé do INSA com a coreografia
" Um piano só", de sua autoria. Em 2001,
conquistou o prêmio de melhor bailarina na modalidade
Dança Contemporânea, Solo Feminino Avançado,
pelo Grupo Luciana Paludo, também com uma coreografia
de sua autoria, "Mesmo Assim".
Formada em Psicologia pela FMU (Faculdades Metropolitanas
Unidas), Andréia Pivatto dança desde os sete
anos de idade. Fez vários cursos de danças entre
Técnicas Modernas de Marta Graham e pesquisas coreográficas
em Dança Contemporânea. Conquistou em 1997, no
Festival de Dança de Joinville, o primeiro lugar na
modalidade Trio Livre Profissional, pela Cia Pavilhão
D. Em 2000, também no FDJ, alcançou o segundo
lugar com o solo "Mesmo Só", onde atuou como
coreógrafa e bailarina. Coreógrafa da Cia. Pavilhão
D (SP), ganhou o Prêmio Revelação no 19º
Festival de Dança de Joinville, com a coreografia Klon,
na modalidade Dança Contemporânea, Conjunto Avançado.
Eventos paralelos completam as atrações
do 20º Festival de Dança de Joinville
Além
das noites especiais e competitivas, o 20º Festival de
Dança de Joinville conta com os seguintes eventos paralelos:
3º Festival Meia Ponta
Criado
em 2000 para dar oportunidade às novas gerações
de bailarinos, o Festival Meia Ponta é destinado a
crianças de 10 a 12 anos, que durante três tardes,
competem nas modalidades Ballet Clássico de Repertório,
Ballet Clássico e Danças Populares. A terceira
edição do evento será realizada de 19
a 21 de julho de 2002, no Teatro Juarez Machado, anexo ao
Centreventos Cau Hansen. Os dois primeiros dias do Meia Ponta
são competitivos e no domingo, 21, os grupos vencedores
voltam ao palco para apresentação e premiação.
A competição recebe o mesmo rigor e cuidados
na execução, obtendo igualmente o prestígio
da competição adulta. Difere-se apenas pelos
padrões específicos que o concurso infantil
deve obedecer, como as características físicas
determinadas pela idade.
2º
Mostra de Dança Contemporânea
Lançada
com grande aceitação do público e da
crítica em 2001, a Mostra de Dança Contemporânea,
evento não-competitivo, volta este ano com força
total, ganhando mais destaque no Festival. O evento será
realizado de 23 a 26 de julho, no Teatro Juarez Machado, anexo
ao Centreventos Cau Hansen. A mostra é um espaço
destinado a grupos e bailarinos profissionais que trabalham
com produção em dança, utilizando novas
linguagens, técnicas mistas e propostas cênicas
experimentais, sem condicionamentos estéticos.
Um dos principais objetivos da mostra é valorizar as
iniciativas de investigação, bem como promover
a formação de platéia, apresentando novas
tendências e temáticas dentro da dança
contemporânea aos estudantes de dança que participam
do Festival. A apresentação em palco e horário
alternativos visa possibilitar uma linguagem mais intimista,
aproximando público e artistas. Para esta edição
da Mostra foram selecionadas seis companhias: Cia. de Dança
Dani Lima (Rio de Janeiro/RJ) com a coreografia "Vaidade";
Cia. de Dança Lina Penteado (Campinas/SP), com a coreografia
"Roofs"; Cia. Repentistas do Corpo (São Paulo/SP),
com "Cordel Encorpado"; Evelin Moreira (Rio de Janeiro/RJ),
com o espetáculo "Sonar"; Grupo Solo de Dança
(Goiânia/GO), com a coreografia "Obliquação";
e Muovere Cia. de Dança Contemporânea (Porto
Alegre/RS), com "Deserto".
Dia
23 de julho
De
acordo com o novo dicionário Aurélio, vaidade
tanto pode significar ilusão e instabilidade quanto
presunção e futilidade. É a partir desse
compêndio de sentimentos e atitudes que a Cia. de Dança
Dani Lima, do Rio de Janeiro, parte para envolver o público
na primeira noite da 2a Mostra de Dança Contemporânea
do Festival de Dança de Joinville. Com o espetáculo
"Vaidade", o grupo vai fundo na análise desse
tipo de atitude, se valendo mais uma vez da dança-teatro,
além de outras ferramentas cenográficas, para
expor suas considerações.
No espetáculo, a diretora e coreógrafa
Dani Lima especula sobre suas origens psíquicas, trabalha
sobre depoimentos íntimos e a exibe como característica
intrínseca à vida urbana. Além da dança-teatro,
"Vaidade" também conta com o suporte do vídeo.
Pelo olhar furtivo das câmeras são revelados
detalhes da esfera, imagens captadas nas ruas, entrevistas,
cenas ensaiadas ou captadas diretamente da platéia.
A apresentação também conta com música
ao vivo, originalmente composta para o espetáculo e
executada em cena pela banda Brasov.
Ex-integrante e fundadora da Intrépida Trupe, Dani
Lima estudou acrobacia na Escola Nacional de Circo e dança
contemporânea com Nienke Reehorst (da companhia do belga
Wim Vanderkeybus) e com Deborah Colker. Em 97 Dani criou sua
própria companhia, que vem conquistando cada vez mais
espaço no cenário da dança. Após
participar de vários festivais em 2000, a companhia
apresentou-se em Munique, Alemanha, em 2001, ano em que estreou
os espetáculos "Digital Brazuca" e "Vaidade".
A partir de 2002 o grupo tornou-se uma das 13 companhias subvencionadas
pela Prefeitura do Rio de Janeiro.
Dia
24 de julho
Abrindo
a segunda noite da Mostra de Dança Contemporânea,
a Cia. Repentistas do Corpo vai apresentar o espetáculo
"Cordel Encorpado", inspirado em uma das mais tradicionais
e antigas manifestações do Nordeste: o cordel.
Como é comum na dança contemporânea, a
mistura de linguagens é uma das características
do trabalho da companhia paulista. Resultado de uma ampla
pesquisa, ele investiga o universo lúdico-poético
do cordel, bem como sua tendência ao ritmo, à
rima e ao improviso. Para tanto, os bailarinos se utilizam
da percussão corporal que, aliada à música
ao vivo, procura demonstrar a vitalidade desta secular expressão
do povo brasileiro.
Inspirado inicialmente no poema "Quinguingu", do
escritor paraibano Carlos Cavalcanti, "Cordel Encorpado"
traz os bailarinos "dançando" os poemas,
improvisando junto à música e recitando trechos
de cordéis famosos. Segundo Sérgio Rocha, coreógrafo
e diretor do espetáculo, o figurino é inspirado
nos bonecos de cerâmica do artesanato nordestino. O
cenário
é igualmente simples: um varal de roupas no qual ficam
pendurados elementos que serão utilizados em cena.
A Cia. Repentistas do Corpo surgiu em maio de 2001, junto
com a necessidade de criação e continuidade
do trabalho multidisciplinar desenvolvido por Sérgio
Rocha, baiano que já atuou em companhias de destaque
como Vacilou Dançou, Cia. de Dança do Rio de
Janeiro e Cisne Negro Cia. de Dança. Utilizando a percussão
corporal, o canto, o teatro e a dança contemporânea,
o grupo objetiva mostrar a diversidade e a riqueza cultural
do Brasil. O resultado pretende ser uma espécie de
musical renovado, uma dança sem fronteiras com abrangência
universal, que tem como ponto de partida e foco principal
as raízes da cultural popular brasileira. A
segunda companhia a se apresentar no dia 24 de julho na Mostra
de Dança contemporânea será a Cia. de
Dança Lina Penteado que, entre janelas que se escancaram
e telhados que se erguem da terra, faz da turbulência
do dia-a-dia matéria prima para a coreografia "Roofs".
"Roofs" (telhados, em inglês) é um
dos três números do espetáculo "Um
Quê de Brasil", que busca retratar no palco o Brasil
rural, o urbano e o folclórico. Assinado pela coreógrafa
americana, naturalizada brasileira, Holly Cravell, "Roofs"
se inspira nas grandes metrópoles, mais especificamente
São Paulo, para mostrar diversas situações
que compõe o cotidiano daqueles que vivem entre asfalto
e arranha-céus. Para tanto, usa elementos cênicos
como quatro grandes telas, que simulam janelas de um edifício,
atrás das quais os bailarinos representam cenas trivais
como escovar os dentes e discutir relações.
"Roofs" também lança um olhar sobre
os telhados da cidade, quando os dançarinos entram
em cena carregando telhas.
Com 25 anos de existência e mais de 20 espetáculos
no currículo, a Cia de Dança Lina Penteado iniciou
seus trabalhos como uma companhia clássica, produzindo
grandes balés de repertório, que contaram com
a participação de nomes consagrados da dança
clássica no Brasil, como Ismael Guiser, Yellê
Bittencourt, Maria Helena Mazzetti, Cleuza Fernandez e Ady
Addor. Em 1987, o grupo deu seus primeiros passos no contemporâneo,
sem, no entanto, abandonar as produções clássicas.
Dois anos depois, uma total reestruturação deu
início à "construção"
de uma nova identidade para a companhia campinense: a da linguagem
contemporânea, apoiada em uma sólida formação
clássica.
Dia
25 de julho
A
avenida Oswaldo Aranha, uma das mais antigas e movimentadas
avenidas de Porto Alegre, endereço do Parque da Redenção,
serve de inspiração para o espetáculo
"Deserto", que a Muovere Cia. De Dança Contemporânea
apresenta na terceira noite da Mostra de Dança Contemporânea
do 20o FDJ. Mas a coreografia, premiada com o Troféu
Açoriano de Dança, em 1998, não fala
apenas do universo que cerca o porto-alegrense, mas aborda
uma temática mais universal: as mazelas da modernidade,
causadoras da pressa e da automação dos sentimentos.
O espetáculo começa na rua, atravessa a calçada
e termina dentro do parque. Essa seqüência é
narrada através dos movimentos e figurinos apresentados
pelos oito bailarinos em cena. As roupas pesadas, acompanhadas
de gestual duro, vão sendo substituídos por
vestimentas lentas e movimentos flexíveis à
medida que os dançarinos vão entrando no parque.
Com uma série de premiações no currículo,
incluindo três primeiros lugares e quatro segundos lugares
no Festival de Dança de Joinville, a Muovere tem 13
anos de atuação. Além de diversas montagens,
apresentadas em várias partes do país e também
na Alemanha e na Argentina, a companhia possui um extenso
currículo de projetos sociais, como o "Dança
para Todos" (93), que visa ensinar, gratuitamente, dança
para alunos de escolas municipais e estaduais de primeiro
grau de Cruz Alta, "Dança no Cieps Cruz Alta"
(95 e 96), com o objetivo de levar dança criativa voluntária
para crianças com retardo mental e portadoras de síndromes,
e a criação da campanha "Da Arte à
Sensibilidade", destinando recursos de bilheteria ao
Instituto do Excepcional de Porto Alegre, através da
Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com o espetáculo
"Recintos". Uma
diversidade cênica, em busca de sintonia com a avalanche
de informações do mundo atual, é o que
a Cia. de Dança Evelin Moreira leva ao palco do Teatro
Juarez Machado, no terceiro dia (25/07) da Mostra de Dança
Contemporânea. O título do espetáculo,
"Sonar", traduz a imagem que o grupo deseja passar
- o de uma antena que capta e emite mensagens - e representa
bem sua natureza multimídia. "Sonar" reúne
no palco corpos, instrumentos, movimentos, imagens e música.
Tudo ao vivo.
No palco, a companhia une duas forças consideradas
contrárias - a arte e a ciência, através
da tecnologia. Por entre esses dois universos navega a liberdade
de deixar o improviso como maior estímulo para o processo
criativo, ampliando o vocabulário de movimentos e de
sons. A bailarina Evelin Moreira atua sozinha, mas é
amparada no palco por um cinegrafista e uma banda completa.
O cenário virtual e mutante faz parte da proposta multimídia.
As projeções, ora simultâneas, ora gravadas,
interagem em velocidade e edição com as coreografias
e a música. Com
formação clássica pelo método
cubano Alice Alonso, Evelin Moreira graduou-se em dança
pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em dezembro de 1998.
Após participações em diversos festivais
nacionais e internacionais e um período na Espanha,
Evelin voltou ao Brasil e montou o espetáculo "Sonar".
Integrou ainda vários projetos no Brasil e no ano participou
também do espetáculo "A Primeira Madrugada
do Mundo" para o Ateliê de Novos Coreógrafos,
promovido pelo Edital da Fundação Cultural do
Estado da Bahia e pela Funarte. Em 2002, a bailarina e coreógrafa
estrelou em Zurique o espetáculo "Go Behind",
junto com a companhia da brasileira Gisele Rocha, apontada
como o novo nome da dança contemporânea suíça.
Dia
26 de julho
Para
o último dia da 2a Mostra de Dança Contemporânea,
o Grupo Solo de Dança vai trazer ao palco do Teatro
Juarez Machado o espetáculo "Obliquação".
A palavra, que significa dissimulação, entortamento
ou mesmo uma inovação, ganha, para o grupo,
um outro sentido. Além de ter o comportamento humano
como tema, "Obliquação" sintetiza
uma mudança nos rumos do grupo, ao romper com a linguagem
e concepção.
No espetáculo, cuja coreografia "Yng e Yang"
foi premiada na categoria contemporâneo adulto do 1O
Festival de Dança do Conselho Brasileiro de Dança,
em 2000, as expressões corporais exemplificam relações
que se entortam conforme os interesses. Os movimentos são
retilíneos, quebrados e acontecem em linhas retas pelo
palco. Outro fator preponderante é a cor: no espetáculo,
branco, cinza e laranja sugerem sentidos dicotômicos,
como ausência/presença, clareza/escuridão,
alegria/tristeza, refletindo o mundo urbano contemporâneo,
onde tudo inspira instabilidade interior. Com seis bailarinos
em cena, a coreografia é assinada por Luciana Caetano.
Em sua estréia em Joinville, o Solo apresenta uma ruptura
em seu universo estilístico.
Em 1996, Luciana Caetano fundou o Grupo Galpão, hoje
Grupo Solo de Dança, do qual é coreógrafa.
Executa, ainda, coreografias e trabalhos individuais em dança
contemporânea para shows, espetáculos, academias
e festivais, como os de Haia e Roterdã, na Holanda,
onde participou do Dunya Festival, em 2001. Atualmente, o
Grupo Solo de Dança é reconhecido como um das
mais importantes e expressivas companhias de dança
contemporânea do centro-oeste. Entre as várias
distinções alcançadas por ela estão
o primeiro lugar no 1O Festival de Dança do Conselho
Brasileiro de Dança, em 2000, e os convites para atuação
em eventos nacionais, como a 2ª Bienal da UNE, na Universidade
do Estado do Rio de Janeiro, em 2001.
I Mostra Didática
Nos dias 18 e 21 de julho, às 16h e 10h30 respectivamente,
50 alunos da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, estarão
apresentando a 1a Mostra Didática de Dança,
no Teatro Juarez Machado, anexo ao Centreventos. Utilizando
recursos da dança, da música e do teatro, a
1a Mostra Didática busca a aproximação
da platéia com a arte.
A apresentação faz um passeio pela história
da dança, ressaltando pontos de sua evolução
técnica, a incorporação de elementos
como a sapatilha e demonstrando aspectos da formação
do artista. Exercícios, estudos coreográficos
e danças populares russas ao som de compositores clássicos
fazem parte do programa. São também apresentadas
partes de balés de repertório clássico,
como o pas-de-trois do conhecido "O Quebra Nozes"
e o pas-de-quatre de "O Lago dos Cisnes", este último
remontado sob a coordenação da professora Nina
Speranskaya, ex-primeira solista do Bolshoi. Os figurinos
dos quatro pequenos cisnes foram confeccionados por Ana Constantivna,
legendária figurinista dos solistas do Balé
Bolshoi de Moscou.
Programação didática do Festival
O
Festival de Dança de Joinville tem caráter didático
e busca aprimorar cada vez mais os cursos e atividades oferecidas
aos estudantes de dança que vêm a Joinville neste
período. Nesta edição, estão sendo
oferecidas 37 diferentes opções de cursos e
oficinas com renomados professores, durante 7 dias (19 a 21
e 23 a 26). Realizados em parceria com a Universidade da Região
de Joinville - Univille -, os módulos do "Curso
de Dança" tiveram sua carga horária ampliada
de 9 para 10h30, possibilitando que um aluno inscrito em apenas
dois módulos receba o certificado de "Extensão
Universitária".
Além das opções tradicionais, foram programadas
três oficinas para esta edição do "Curso
de Dança": Composição Coreográfica,
Percussão Corporal e Acrobacia, aumentando as oportunidades
de experimentação dos bailarinos. Entre os módulos
há novidades que vêm agregar valor ao leque da
formação em dança, como Técnica
de Ponta, Técnicas Pedagógicas, Técnica
Masculina, Iniciação ao estilo Bournonville,
Pas de Deux e Formação de Bailarinos para Musicais.
Este último, inclusive, com o objetivo de realizar
um musical, com produção de Oswald Berry.
Eventos paralelos são atração
à parte no 20º Festival de Dança de Joinville
Apresentações
artísticas serão abertas ao público e
vão acontecer em dois pontos diferentes
O 20º Festival de Dança de Joinville terá,
além das apresentações oficiais nos palcos
do Centreventos Cau Hansen e do Teatro Juarez Machado, atividades
artísticas paralelas, em locais alternativos, contemplando
joinvilenses e visitantes com uma mostra da produção
cultural da Cidade dos Príncipes. Durante os 11 dias
do Festival, palcos montados na Praça Nereu Ramos e
na Feira da Sapatilha (térreo do Centreventos Cau Hansen)
receberão música, poesia, contação
de histórias e peças teatrais, proporcionando
opções de lazer cultural além das sapatilhas.
E
se a festa é da dança, os palcos paralelos do
Festival também agitam a cidade. Os palcos nas ruas,
empresas e shoppings recebem grupos, concorrentes ou não,
celebridades e iniciantes, numa democracia que só o
palco proporciona. Uma novidade desta edição
é a regulamentação destes Palcos Alternativos
(oficiais). Os participantes deste espaço tiveram que
passar por uma seleção, o que vai proporcionar
o aperfeiçoamento destes espetáculos apresentados
gratuitamente para o público. A
Coordenação do evento selecionou alguns locais
na cidade para sediar estes palcos, que terão melhor
infra-estrutura e recursos técnicos, possibilitando
ao público em geral espetáculos gratuitos de
grande qualidade. Com os grupos dos Palcos Alternativos tendo
uma seleção prévia, similar à
do Festival, os aprovados terão os mesmos direitos
dos demais participantes do evento, em relação
a crachá, certificado, ingressos com desconto, alojamento,
transporte etc. No total, serão 15 palcos paralelos,
que receberão grupos de dança de todo o país.
Na
programação paralela, foi reservado ainda o
dia 22 de julho para palestras, debates e workshops. Será
uma extensa programação a ser realizada no Teatro
Juarez Machado e na Casa da Cultura e que pretende reunir
professores, bailarinos, coreógrafos, estudantes e
todos aqueles interessados em discutir os caminhos da dança.
Confira, em anexo, a programação dos eventos
paralelos e dos Palcos Alternativos do Festival.
Programação
de Eventos Paralelos
1. PALESTRAS/FÓRUNS/WORKSHOPS
Data: 22 de julho
Horário: 8h30
Local: Teatro Juarez Machado
Palestra: "Prevenção das lesões
do aparelho locomotor mais freqüentes no ballet"
Palestrante: Dr. Carlson Binatto (Rio de Janeiro)
Entrada Gratuita
Data:
22 de julho
Horário: 10 horas
Local: Teatro Juarez Machado
Palestra: "O Balé Romântico"
Palestrante: Roberto Pereira (Rio de Janeiro)
Entrada Gratuita
Data:
22 de julho
Horário: 10 horas
Local: Casa da Cultura
Palestra e workshop: "A Dança Contemporânea
como Instrumento de Linguagem Inclusiva"
Participantes: Luís Ferron e Ivonice Satie (Oswaldo
Silvério - assistente ) (São Paulo)
Entrada Gratuita
Data:
22 de julho
Horário: 11h30
Local: Teatro Juarez Machado
Palestra: "Dança e Educação - Perspectiva
para o século XXI"
Palestrante: Márcia Strazzacappa (São Paulo)
Entrada Gratuita
Data:
22 de julho
Horário: 13 horas
Local: Teatro Juarez Machado
Palestra: "Quantos corpos habitam o corpo do bailarino"
Palestrante: Prof.º Dr. Edson Claro
Entrada Gratuita
Data:
22 de julho
Horário: 14h30
Local: Teatro Juarez Machado
Lançamento do livro: "Mirian Toigo - Uma bailarina
brasileira"
Texto biográfico: Alice Toigo
Biografia poética: José Clemente Pozenato, Álvaro
Santi, Jaime Vaz Brasil e Eduardo Dall'Alba
Organização e Montagem: Eduardo Dall'Alba
Entrada Gratuita
Data:
22 de julho
Horário: 15 horas
Local: Teatro Juarez Machado
Painel: "Memória da Dança Brasileira"
Convidados: Dalal Achcar (RJ), Tatiana Leskowa (RJ) e Ismael
Guiser(SP)
Entrada Gratuita
Data:
22 de julho
Horário: 17 horas
Local: Teatro Juarez Machado
Fórum: "Dança é Arte"
Participantes: Márcia Strazzacapa, Rosane Gonçalves
e Dulce Aquino
Coordenação dos trabalhos: Bia Mattar
Entrada Gratuita
2. EVENTOS CULTURAIS
Praça Nereu Ramos
Datas
12h às 13h - Performances, Contação de
Histórias e Shows
18/07 - quinta-feira Coral Infantil - Colégio Tuffi
Dipe
19/07 - sexta-feira Intervenção Teatral com
acrobacia: Entricorpus Cia. Artística
20/07 - sábado Esquete de commedia dell'arte: O casamento
do Capitão Matamoro. Cia. de Teatro de Repertório
da Univille
21/07 - domingo Esquete de commedia dell'arte: O Arlequim
travestido. Cia. de Teatro de Repertório da Univille
22/07 - segunda-feira Show - Violão Cultural, com Ananias
Almeida
23/07 - terça-feira Intervenção Teatral
- Clowns - Salsicha e Charlette
24/07 - quarta-feira
25/07 - quinta-feira Contação de Histórias:
Goblin e Flora - Faunos Produções Artísticas
26/07 - sexta-feira Show - Violão Cultural, com Ananias
Almeida
27/07 - sábado Show - Poesia Brasileira. Ângela
Finardi, Edson Ferreira, Balú e Natan.Maquiagem lúdica
com o duende Humberto Soares.
Feira
da Sapatilha
Datas 15h30 às 16h30h Performances, contação
de histórias, shows específicos 18h30 às
20hBandas e MPB 20h às 21hCanjas
18/07 - quinta-feira Contação de História:
Goblin e Flora - Faunos Produções Artísticas.
Show com banda Circus Musicalis Show - Violão Cultural,
com Ananias Almeida
19/07 - sexta-feira Contação de História
e Intervenção Teatral: Entricorpus Cia. Artística.
Show MPB - Voz e Violão: Juliano
20/07 - sábado *Intervenção Teatral:
Clowns - Salsicha e Charlette.*Esquete de commedia dell'arte:
O casamento do Capitão Matamoro. Cia. de Teatro de
Repertório da Univille. Show MPB: Kibinho e Paulinho
21/07 - domingo Intervenção Teatral com as clowns
Gorete e Clarita. Atrizes Daiane Dordete e Luciana Garent
Show - Poesia Brasileira. Ângela Finardi, Edson Ferreira,
Balú e Natan. Esquete de commedia dell'arte: O Arlequim
travestido. Cia. de Teatro de Repertório da Univille
22/07 - segunda-feira Contação de História:
Goblin e Flora - Faunos Produções Artísticas.
Show com banda M Jazz Brasil. Show - Violão Cultural,
com Ananias Almeida
23/07 - terça-feira Tatuí - Teatro em Quadrinhos.
Intervenção teatral, maquiagem artística
e contação de histórias, com Vera Secco
e o duende Humberto Soares Show MPB - Voz e Violão:
Juliano
24/07 - quarta-feira Show - Violão Cultural, com Ananias
Almeida Show com banda M Jazz Brasil. Show MPB: Kibinho e
Paulinho
25/07 - quinta-feira Intervenção Teatral: Clowns
- Salsicha e Charlette. Show com a banda Arueira Show MPB
- Voz e Violão: Juliano
26/07 - sexta-feira Intervenção teatral com
pernas-de-pau - Fábio de Olinda Show MPB - Aninha Show
com banda Circus Musicalis.
Programação
de Palcos Alternativos
De 18 a 27
Shopping Mueller Joinville - Horário: das 13h30 às
14h30, das 16h às 17h e das 18h às 19h. (excepcionalmente
no dia 18 a programação da tarde será
das 16h às 18h)
Endereço: Rua Senador Felipe Schmidt, 235, Centro
Shopping
Cidade das Flores - Das 14h Às 16h e das 17h Às
19h
Endereço: Rua dos Ginásticos, 155
Shopping
Americanas - Das 14h às 18h
Endereço: AV. Getúlio Vargas, 1446
Praça
Nereu Ramos - Das 11h às 12h e das 13h às 14h
Endereço: Rua do Príncipe, Centro
Feira
da Sapatilha - Das 16h30 às 18 Horas
Endereço: Praça de Alimentação,
anexa ao Centreventos
Dia 18
Prefeitura Municipal de Joinville - Das 11h às 12h
Endereço: R. Hermann August Lepper, 10
Dia 19
Termotécnica - Das 12 às 13h e das 13h30 às
14h30
Endereço: Rua Albano Schmidt, 2750, Boa Vista, 1a entrada
da empresa Tupy
Dia
20
Salfer - Pirabeiraba - Das 11h às 12h
Endereço: Praça Central de Pirabeiraba
Caic Espinheiros - 17 Horas
Endereço: Rua Agostinho dos Santos, s/nº, Espinheiros
Dia
21
Hospital Municipal São José - 15 Horas
Endereço: AV. Getúlio Vargas, 238
Dia
23
Prefeitura Municipal De Joinville - Das 11h às 12h
Endereço: R. Hermann August Lepper, 10
Dia
24
Ciser - Das 12h30 às 14h30
Endereço: Rua Aubé, 330, Centro
Dia
25
Embraco - Das 8h às 9h15, das 11h45 às 13h15,
das 18h às 19h15 e da 0h15 a 1H30
Endereço: Rua Rui Barbosa, 1020, Distrito Industrial
Dia
26
Petrobrás - 10 Horas
Endereço: Rua Felipe Musse, 803, São Francisco
do Sul
Dia
27
Escola Municipal Professora Ada Santana Silveira - 17 horas
Endereço: Rua Monsenhor Gercino, 6674, Paranaguamirim.
OBS.:
PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÕES
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