|
|
| |
Os nomes a seguir são apenas alguns dos que despontaram
para o mundo da dança no Festival de Joinville. Estas
trajetórias demonstram a importância do evento
na descoberta e projeção de novos talentos:
Fernanda Diniz
esteve em Joinville pela primeira vez em 1984. Dançou
no Festival por nove anos e em 1989 cativou público
e jurados, dançando um clássico de repertório
ao lado de André Valadão. O talento da jovem
bailarina atravessou fronteiras e conquistou a medalha
Superouro no Masako Oyha Word Ballet Competition, realizado
em Osaka no Japão. Atualmente Fernanda
é partner de Joan Boada, bailarino cubano que também
passou por Joinville no início da carreira. A dupla
é sucesso de público e crítica em
todo o mundo, sendo comparada a
Margot Fonteyn e Rudolf Nureyev.
Fernanda Diniz dançando o grand pas-de-deux do
Cisne Negro em Joinville, em 1999 |
 |
Pollyana Ribeiro
brilhou no palco do Festival em 1988, mas foi no ano seguinte
que foi consagrada como revelação, quando
ainda tinha 14 anos. Em 1992, Pollyana ganha a medalha
de ouro no Concurso internacional de Helsinque, na Finlândia.
Desde então faz parte do Boston Ballet, e a partir
de 1994 como primeira solista, onde vem estrelando, com
sucesso, inúmeros papéis. Sua interpretação
de "A Megera Domada" arrancou elogios da ex-bailarina
Alicia Markova, que a considera "a Giselle do ano
2 mil".
Pollyana Ribeiro e André Valadão dançam
Romeu e Julieta em Joinville, em 1998 |

|
Daniela Severian
é outro exemplo que, a partir de Joinville, galgou
uma carreira de sucesso. Em 1988 conquistou um importante
primeiro lugar no clássico, mas foi em 90 que Daniela
foi indicada como Revelação do Festival.
Em 1996 ganhou a medalha de ouro no Concurso Internacional
de Dança de Paris, e hoje é solista do Sttats
Theather Wiesbaden, da Alemanha.
Daniela Severian dançando "Paquita"
em Joinville, em 1998 |
|
|
Medalhas
de Ouro em 2001
Medalhas
de Ouro em 2000
Medalhas
de Ouro em 1999
Estrelas
Consagradas
|
|
|
|